Coordenador de Difusão Cultural
Fundação Nacional de Artes — Funarte
Gestão do Complexo Cultural Funarte de Brasília
Coordenação da difusão cultural da região Centro-Oeste e gestão do Complexo Cultural de Brasília no âmbito da Funarte.
Governança, acolhimento e formação de públicos
No período documentado pelo relatório de gestão — abril a dezembro de 2017 — a coordenação da Funarte Brasília combinou direção operacional, articulação institucional e ativação cultural do Complexo. Nesse contexto, João Carlos Corrêa criou a identidade Funarte Viva, que deu unidade visual ao trabalho orientado pela ideia de uma instituição capaz de receber artistas, qualificar seus espaços e ampliar sua presença na cidade.
A atuação reuniu revisão de processos, revitalização de ambientes, reorganização da comunicação, diálogo com agentes culturais e públicos e incentivo à ocupação da área externa. A cessão de espaços recebeu fluxos mais claros e a Reunião Pré-Evento passou a integrar as áreas envolvidas na realização de cada atividade.
Os resultados abaixo são apresentados como realizações institucionais ocorridas durante a coordenação de João Carlos Corrêa. Os números e descrições têm como fonte primária o Relatório de Gestão Funarte Brasília 2017.
Funarte Viva e acolhimento
O reposicionamento institucional aproximou a representação de artistas, produtores e comunidade. A noção de “Casa do Artista” orientou a criação de um espaço de acolhimento e uma relação mais aberta com as demandas do setor cultural.
Governança da pauta e dos processos
A cessão de espaços foi redesenhada com divulgação pública de períodos, definição de funções, ferramentas compartilhadas e adequação aos princípios de legalidade e transparência. A Reunião Pré-Evento integrou equipes e produtores antes de cada realização.
Revitalização do Complexo
Áreas administrativas, sinalização, camarins e ambientes de convivência receberam melhorias. Parte do trabalho utilizou materiais reaproveitados e contou com colaboração de servidores, artistas, parceiros e adolescentes da UAMA.
Articulação e representação
Agendas de atendimento, reuniões e atividades de representação fortaleceram a interlocução da Funarte Brasília com artistas, produtores, poder público e outras unidades da Fundação, situando o Complexo como espaço de escuta e articulação.
Área externa e formação de públicos
Festivais, temporadas e programação fixa ampliaram a ocupação dos gramados e a presença da Funarte no Eixo Monumental. O incentivo a projetos gratuitos e de diferentes linguagens aproximou novos públicos do Complexo Cultural.
Indicadores de alcance
Fonte primária: Relatório de Gestão Funarte Brasília — abril a dezembro de 2017, texto e organização de João Carlos Corrêa.
Gestão em primeira pessoa
Dois registros mostram como princípios de acolhimento, cooperação e pertencimento foram aplicados à gestão cotidiana do Complexo Cultural Funarte Brasília.
Parcerias para cuidar do espaço público
João Carlos Corrêa apresenta a construção de parcerias para revitalizar corredores e camarins, envolver servidores, artistas e jovens e ampliar a visitação digital do Complexo Cultural.
A casa do artista
João Carlos Corrêa explica a criação de uma sala de acolhimento com paletes doados, materiais reaproveitados e participação direta dos servidores da Funarte Brasília.
Receber, articular e trabalhar em equipe
Registros complementares mostram João Carlos Corrêa em encontros com artistas e parceiros, no trabalho cotidiano com servidores e equipe e em atividades realizadas dentro e fora do Complexo.

Artistas e parceiros recebidos
Encontros com artistas consagrados, grupos e intérpretes de diferentes linguagens no ambiente de acolhimento e nos bastidores do Complexo.
Recepção e agendas de trabalho
Registros da presença direta de João Carlos Corrêa em reuniões, escuta de demandas e acompanhamento de artistas e parceiros.
Servidores e equipe
Retratos coletivos e uma cena de trabalho cotidiano preservam a dimensão humana e colaborativa da gestão do equipamento.
Área externa e redes institucionais
A presença na área externa e o diálogo com grupos, projetos e comunicação ampliaram a inserção do Complexo em redes culturais e cidadãs.
Publicações e Funarte Viva
Registros de lançamento de publicações na Funarte Brasília e de presença institucional junto à programação Funarte Viva na área externa do Complexo.
Espaço, articulação e públicos
Nove registros do relatório de 2017 e doze fotografias complementares documentam dimensões da gestão: qualificação dos ambientes, interlocução institucional, representação e ativação cultural da área externa.
Espaço e acolhimento
Registros da reorganização de ambientes e da criação de espaços mais funcionais e acolhedores para artistas, equipe e público.
Articulação e representação
Reuniões, atendimento de demandas e atividades de representação que aproximaram a Funarte Brasília de agentes culturais e instituições públicas.
Área externa e formação de públicos
A ocupação dos gramados com programação cultural gratuita ampliou a presença da Funarte na cidade e diversificou os públicos do Complexo.