Shows e eventos comemorativos e culturais
Grandes públicos no complexo e programação própria da diretoria.
Programação, acesso e ocupação do complexo
Em reportagem do SP2 sobre os 35 anos do Memorial da América Latina, João Carlos Corrêa, então diretor de Atividades Culturais, apresenta diretrizes para ampliar a programação aberta à comunidade.
Entre março de 2023 e maio de 2026, a Diretoria de Atividades Culturais respondeu por duas frentes de ocupação do complexo do Memorial da América Latina. Festivais e grandes eventos de produtores externos ocuparam o Auditório Simón Bolívar, o Pavilhão da Criatividade, o Anexo dos Congressistas e as praças, sob autorização de uso. A programação concebida pela própria diretoria ocupou os mesmos espaços com espetáculos, exposições, seminários e celebrações.
Reúno abaixo registros fotográficos de parte dessa programação, organizados por essas duas frentes. A seleção segue o acervo de imagens disponível.
Ocupação do complexo e programação própria
Duas frentes organizam a memória visual da programação realizada entre março de 2023 e maio de 2026.

Grandes públicos
O complexo recebeu, ao longo desses anos, eventos de grande público que ocuparam as praças, o Pavilhão da Criatividade e o Auditório Simón Bolívar. Festivais de música como o Coala e o Bangers, séries de shows do período pré-carnavalesco, feiras temáticas ligadas ao calendário latino-americano, entre elas as comemorações do Día de Muertos, e celebrações reuniram milhares de pessoas em um mesmo fim de semana. À Diretoria de Atividades Culturais coube analisar as propostas, compatibilizar o calendário com a programação da Fundação, adequar os espaços, manter a interlocução com produtores, acompanhar a execução dos eventos em conformidade com o que foi acordado contratualmente e articular-se com as demais diretorias.

Espetáculos, exposições e celebrações
A programação concebida pela diretoria reuniu dança, teatro, música, matrizes afro-brasileiras e debate público. O Mês da Consciência Negra trouxe o espetáculo Contos de Cativeiro. O tango chegou ao Auditório Simón Bolívar em tributo a Carlos Gardel, com a Companhia Tango e Paixão. Somam-se o Dia de Ogum, com a bateria da Rosas de Ouro, o Seminário Hip-Hop Memória e Patrimônio e o colóquio sobre a economia criativa das escolas de samba paulistas.